Coleção:

Esperança ativa: um compromisso com a busca incansável da possibilidade

Em tempos de crise, praticar a esperança ativa é uma estratégia de sobrevivência. Esta coleção foi pensada para quem acredita nesta prática cotidiana de imaginação, agência coletiva e cuidado mútuo, capaz de manter viva a possibilidade de mudança.

Comece a se inspirar descobrindo esta série de conteúdos:

Explore por que a esperança ativa não é ingenuidade, mas uma estratégia política para encontrar possibilidades mesmo em cenários adversos.
Aprenda a transformar o medo em coragem compartilhada e a sustentar a ação coletiva para avançar rumo a horizontes que mobilizem.

Aproveite este espaço para aprender e deixe-se inspirar por quem já está tecendo outros mundos.

Explore no seu ritmo

Quanto tempo você tem hoje para explorar esta coleção?
Temos uma proposta:

Pratiquemos a esperança ativa para encontrar onde está a possibilidade.
Mas o que isso significa?

Em um tempo marcado pelo medo, pelo cinismo e pela sensação de colapso permanente, queremos posicionar outra história: uma que reconheça a escuridão sem nos paralisar e lembra que ainda podemos transformar o mundo. Uma que afirme que a esperança não é ingenuidade nem evasão, mas uma prática coletiva capaz de transformar o medo em motor, a raiva em energia política e a crítica em adubo para novos futuros.

Esta narrativa não apenas se conta; ela é ensaiada todos os dias. O convite é identificar as frestas onde já germinam outras formas de vida, imaginar horizontes irresistíveis que guiem nosso caminhar e reconhecer que as mudanças profundas só podem acontecer em comunidade.

Nossa diretora executiva Mónica Roa diz assim:

“A esperança ativa não ignora a dor nem a suaviza: reconhece-a, processa-a, ressignifica-a e a transforma em um terreno fértil onde possam germinar novos mundos.”

A esperança ativa:
uma estratégia de sobrevivência

Neste vídeo, nossa diretora executiva Mónica Roa López compartilha conosco por que precisamos de uma prática cotidiana de imaginação, agência coletiva e cuidado mútuo, capaz de manter viva a possibilidade de mudança.

Inspire-se com suas palavras e compartilhe com seus colegas.

Pontos-chave para continuar tecendo:

Entre o cinismo e a coragem: reflexões incômodas sobre a esperança ativa

Falar de esperança ativa em um contexto em que vemos o avanço dos autoritarismos e das crises climáticas, sociais, humanitárias e éticas é incômodo, mas necessário. Nomeá-la diante de quem vive essas realidades em toda a sua crueza exige honestidade de nós.

Nesses contextos complexos, certamente surgirão dúvidas como estas: Como convocar a esperança sem que ela soe ingênua e sem que pareça um insulto à nossa dor? Como falar de esperança sem diminuir a gravidade das nossas lutas? Por isso, devemos nos lembrar de que a esperança não é um sentimento passivo, mas uma disciplina. Um compromisso com a ação coletiva sustentada ao longo do tempo, que exige reconhecer ao mesmo tempo o medo e a vulnerabilidade, mas também a coragem e a agência coletiva.

Precisamos de uma esperança que faça compostagem política: que tome a podridão do mundo, a processe e a transforme em adubo para futuros dignos. Uma esperança que sustente espaços onde possamos nos encontrar, nos imaginar e nos acompanhar enquanto impulsionamos a mudança, mesmo quando fazemos isso a partir do medo, do cansaço ou da alegria. Praticá-la é um ato radical de cuidado e possibilidade.

Para ampliar tus referentes te recomendamos explorar

bell hooks

Escritora, historiadora e ativista.
Livro recomendado: hooks, bell. Teaching Community: A Pedagogy of Hope. New York: Routledge, 2003.

Thomas Coombes

Especialista em comunicações e defensor dos direitos humanos. Desenvolveu a comunicação baseada na esperança.

Rebecca Solnit

Escritora, historiadora e ativista.
Livro recomendado: Solnit, Rebecca. Hope in the Dark: Untold Histories, Wild Possibilities. Edição atualizada. New York: Haymarket Books, 2016. (Edição original: 2004)

Paulo Freire

Pedagogo e educador brasileiro.
Livro recomendado: Pedagogia da esperança

Faróis de interconexão

Mergulhe nesta coleção com nossa diretora Mónica Roa

Compartilhamos com você o

Manual para a Facilitação de Comunicações Baseadas na Esperança.

Criado por Thomas Coombes e compartilhado no Inspiratório, nosso espaço de treinamento em poder narrativo, este manual é uma ferramenta prática para planejar e facilitar oficinas de comunicações baseadas na esperança. Foi pensado para acompanhar organizações e coletivos na construção de seu próprio enfoque e estratégia a partir da esperança.

Aqui você encontrará os fundamentos para introduzir as cinco mudanças narrativas baseadas na esperança, com orientações para levá-las à prática em espaços de formação, reflexão e desenho estratégico.

Ao compartilhar este manual, buscamos que mais agentes de mudança fortaleçam as narrativas que querem posicionar e as integrem aos seus planos de comunicação.

Participe da conversa!

O seu olhar também transforma

Conte-nos:
Que reflexões você fez sobre a esperança ativa?

Esta coleção te inspirou?

Compartilhe com outras pessoas que também estejam buscando novas formas de narrar.

Você pode nos seguir no nosso LinkedIn e no da Mónica Roa para mais ideias, reflexões e recursos narrativos sobre a interconexão.

E se você ainda não o faz, inscreva-se na nossa newsletter e receba recursos e convites para continuar construindo um “nós” maior.

Sigamos imaginando outros futuros possíveis.

Aguarde em breve
novas coleções